Versículos Bíblicos

Como funcionam os tubarões

Os dentes do tubarão


Devoradores de humanos?
Os tubarões aterrorizam as pessoas porque alguns deles podem alimentar-se de seres humanos. Às vezes, os tubarões realmente atacam seres humanos, mas o risco desse ataque acontecer é muito pequeno. Apenas uma pequena porcentagem das espécies de tubarão ataca e, mesmo assim, muito raramente. Esses tubarões geralmente atacam quando uma pessoa invade seu ambiente ou, acidentalmente, por confundirem uma pessoa com sua presa. Em ambos os casos, o mais provável é que o tubarão desistirá depois da primeira mordida. Eles não têm nenhum interesse real em humanos como fonte de alimento.
São registrados de 75 a 100 ataques de tubarão todos os anos e, destes, menos de 20 são fatais. Estatisticamente, esse número é muito baixo.
A única arma do tubarão é sua boca. Como suas nadadeiras e seus órgãos dos sentidos, a boca do tubarão é uma adaptação fisiológica muito eficiente, perfeitamente adaptada à sua finalidade. Existem dois elementos que tornam a boca tão eficiente: os dentes e as mandíbulas. Os dentes do tubarão são como os dentes dos predadores terrestres. Eles são muito afiados para cortar a carne. Os tubarões são exclusivamente carnívoros. Alguns tubarões que vivem no fundo do oceano possuem dentes especiais para abrir as conchas, mas os mais ativos possuem dentes adequados para comer carne. Há uma grande variedade de dentes de tubarões, assim como uma grande variedade dos próprios tubarões. Esses dentes podem ser divididos em duas categorias gerais.
Muitas espécies de tubarão, como o tubarão-duende e o tigre-da-areia, possuem dentes longos e finos. Essa estrutura é bem adequada para caçar pequenos peixes. O tubarão mata o peixe imediatamente com uma única mordida. Em seguida, engole o peixe inteiro.
Os tubarões que caçam presas maiores precisam de uma estratégia diferente e também de dentes diferentes. Eles mordem suas presas várias vezes, mordendo grandes pedaços de carne. Os tubarões deste grupo, que inclui o famoso tubarão-branco, possuem dentes bastante serrados. Esses dentes atuam como uma faca de caça e cortam facilmente carne e ossos. Muitos tubarões possuem combinações de dentes longos e afiados com dentes serrados para que possam manter a presa no lugar certo enquanto a cortam.


um grande tubarão-branco
Foto cedida Carl Roessler
Um tubarão-branco de 4 metros e meio: os grandes tubarões-brancos atacam suas presas com sua boca cheia de dentes triangulares serrados.
Os dentes dos tubarões têm a mesma consistência básica que os nossos, mas não se acomodam na boca da mesma forma. Os nossos dentes ficam em compartimentos e não são substituídos depois da infância. Os dentes dos tubarões são presos à mandíbula por um tecido macio e caem o tempo todo. Isso é fundamental para o tubarão: dentes gastos ou quebrados são constantemente substituídos por outros novos e afiados. Em alguns deles, como o tubarão-branco, esses dentes são dispostos em várias fileiras.
 Os tubarões possuem uma estrutura de mandíbula bastante peculiar, o que faz de suas bocas armas especialmente eficazes. Na maioria dos animais, a mandíbula inferior move-se livremente, mas a superior é presa ao crânio. Nos tubarões, a mandíbula superior fica abaixo do crânio, mas pode ser solta quando o tubarão ataca sua presa. Isso permite que o tubarão empurre toda a mandíbula para frente para pegar a presa. A mobilidade da mandíbula varia entre espécies diferentes, mas todos os tubarões modernos possuem essa habilidade em algum grau.


Sentidos básicos dos tubarões

Um dos principais motivos pelos quais os tubarões são ótimos predadores é o fato de possuirem sentidos apurados. Inicialmente, os cientistas pensavam nos tubarões como enormes narizes que nadavam. Quando os pesquisadores tamparam as aberturas nasais de tubarões cativos, eles tiveram problemas para localizar suas presas. Isto parecia demonstrar que os outros sentidos do tubarão não eram tão desenvolvidos quanto o olfato. Pesquisas posteriores demonstraram que os tubarões têm, na verdade, vários sentidos aguçados, mas dependem de todos eles funcionando em conjunto. Quando um deles é tirado, a habilidade dos tubarões para caçar fica significativamente prejudicada.

tubarão-azul
Foto cedida Carl Roessler
O tubarão-azul é caracterizado não apenas por sua cor peculiar, mas também por seu longo focinho. Os tubarões-azuis já foram as espécies mais comuns de tubarão, mas agora estão ameaçados de extinção devido à pesca predatória.
O nariz do tubarão é definitivamente uma das suas características mais impressionantes. Conforme o tubarão se move, a água flui através de duas narinas frontais, posicionadas nas laterais do focinho. A água entra pela passagem nasal e passa por dobras de pele cobertas por células sensoriais. Em alguns tubarões, essas células sensoriais podem detectar até mesmo os menores traços de sangue na água. Um grande tubarão-branco, por exemplo, seria capaz de detectar uma única gota de sangue em uma piscina olímpica. A maioria dos tubarões pode detectar sangue e odores de animais há quilômetros de distância.
Outra coisa impressionante sobre o olfato dos tubarões é o fato de ser direcional. As duas cavidades nasais atuam como seus dois ouvidos: odores que vêm da esquerda do tubarão chegam à cavidade esquerda antes de chegar à direita. Desta forma, o tubarão pode identificar de onde vem o odor e ir direto a ele.
Os tubarões também têm a audição muito apurada. Pesquisas relatam que eles podem ouvir sons quase imperceptíveis que estão abaixo da capacidade humana. Os tubarões podem rastrear sons a quilômetros de distância, especialmente sons da aflição de presas feridas.
A visão varia de espécie para espécie. Alguns tubarões menos ativos que ficam perto da superfície não possuem a visão muito apurada, já os que ficam no fundo do oceano possuem olhos muito grandes que os permitem enxergar na escuridão. A maioria dos tubarões, no entanto, possui o campo de visão bastante amplo, já que os olhos são posicionados nas laterais da cabeça. Um grande exemplo é o tubarão cabeça-de-martelo, cujos olhos projetam-se para fora da cabeça.


tubarão cabeça-de-martelo
Foto cedida Carl Roessler
Os tubarões-martelo caracterizam-se pela grande estrutura de sua cabeça. Os olhos e as narinas dos tubarões estão posicionados no final dessas proeminências.
Muitas espécies também confiam muito em seu paladar. Antes de comer algo, eles dão uma "mordida de teste". Os receptores gustativos agrupados na boca analisam a refeição em potencial para verificar se é agradável. Os tubarões freqüentemente rejeitam presas que estejam fora de suas dietas comuns após essa primeira mordida.
Além desses sentidos, os tubarões também possuem alguns outros que não compreendemos completamente. Na próxima seção, veremos esses sentidos para entender como funcionam e como ajudam os tubarões.

Outros sentidos dos tubarões

Na última seção, vimos que os tubarões possuem a audição e o olfato mais apurados que os humanos. Eles também usam um sentido que nós não possuímos. Os ampulários de Lorenzini conferem ao tubarão o sentido elétrico. Os ampulários consistem em pequenas dobras de células receptoras sensíveis à eletricidade, posicionadas sob a pele da cabeça do tubarão. Estas células são conectadas a poros na superfície da pele através de pequenos tubos preenchidos com uma espécie de geléia. Os cientistas ainda não compreendem tudo sobre esses órgãos ampulários, mas sabem que os sensores permitem que os tubarões sintam a presença dos pequenos campos elétricos gerados por organismos vivos. O alcance do sentido elétrico parece ser bastante limitado (alguns metros à frente do nariz do tubarão), mas isso é o suficiente para caçar peixes e outras presas no oceano.


Como funciona os ampulários de Lorenzini
A água flui pelos sistemas lineares laterais. As vibrações da água estimulam as células sensoriais no tubo principal, alertando o tubarão sobre a presença de presas e predadores.
Outro órgão de sentido particular é a linha lateral do tubarão. A linha lateral é basicamente um conjunto de tubos abaixo da pele do tubarão. Os dois tubos principais correm pelas laterais do corpo, da cabeça até a cauda. A água flui para dentro desses tubos principais através de poros na superfície da pele. A parte de dentro dos tubos principais são alinhados com projeções semelhantes a fios de cabelo, que são conectados a células sensoriais. Quando algo se aproxima do tubarão, a água que corre pela linha lateral move-se para frente e para trás. Isso estimula as células sensoriais, alertando o tubarão para presas potenciais ou predadores que estejam na área.
Isolados, nenhum dos órgãos sensoriais do tubarão seria adequado para a caça. Mas a combinação de todos esses sentidos fazem do tubarão um predador incomparável. O sucesso dos tubarões deve-se, em grande parte, a esses avanços fisiológicos: eles são feitos para encontrar comida. Eles também são muito bons em pegar comida, como veremos na próxima seção. Saiba mais no site: ( http://ciencia.hsw.uol.com.br/tubaroes4.htm )

Paudalho tem História




A cidade de Paudalho é bem marcada pela história, e suas terras começaram a ser exploradas em fins do século XVI, com o corte do pau-brasil em suas florestas. O nome da cidade de Paudalho surge da derivação de uma grande árvore secular que exalava cheiro completamente semelhante ao do alho que existia na margem direita do Rio Capibaribe, extremo oeste da Cidade, num lugar antes chamado de Itaíba, atualmente onde fica localizada a Ponte de Itaíba, centro da cidade.
A ocupação organizada das terras iniciou com um aldeamento indígena promovido pelos padres franciscanos: aldeia de Miritiba (corruptela do tupi mbiri-tyba, que, no dizer de Teodoro Sampaio, significa juncal). Esta aldeia localizava-se nos extremos de Goiana, Igarassu e Tracunhaém, do lado esquerdo do Rio Capibaribe. Nesta aldeia nasceu o índio Poti, batizado Felipe Camarão, herói da luta contra a ocupação holandesa. Posteriormente a região cresceu sob o impulso do cultivo da cana-de-açúcar e diversos engenhos estabeleceram-se na região. O primeiro registro é do Engenho Mussurepe, instalado por volta de 1630. Na primitiva aldeia indígena estabeleceu-se o Engenho Aldeia, de propriedade de Bartolomeu de Holanda Cavalcânti em 1660.O povoado de Paudalho surgiu no entorno do engenho Paudalho, de propriedade do português Joaquim Domingos Teles.

Cronologia

  • O Alvará Régio de 18 de agosto de 1811 cria a vila de Pao de Alho.
  • A Lei Provincial 86, de 8 de maio de 1840, cria a comarca de Paudalho, denominando-a município.7
  • A Lei Provincial 1318, de 4 de fevereiro de 1879, eleva a vila à condição de cidade, com a denominação de Cidade do Espírito Santo.
  • Lei 52, de 3 de agosto de 1892, dispõe sobre a criação do município de Paudalho.
  • O município foi constituído em 3 de abril de 1893, conforme ofício do seu prefeito ao governador do estado, informando o ato.
  • Geografia

    Localiza-se a uma latitude 07º53'48" sul e a uma longitude 35º10'47" oeste, estando a uma altitude de 69 metros.
    O a maior parte do relevo do município insere-se nos Tabuleiros Costeiros, que apresentam altitude média de 50 a 100 metros. São compostos por platôs de origem sedimentar, com grau de entalhamento variável, ora com vales estreitos e encostas abruptas, ora abertos com encostas suaves e fundos com amplas várzeas. A leste, parte da área está inserida na unidade geoambiental das Supefícies Retrabalhadas. Os solos constituem-se de Latossolos e Podzólicos nos topos de chapadas e topos residuais; pelos Podzólicos com Fregipan, Podzólicos Plínticos e Podzóis nas pequenas depressões nos tabuleiros; pelos Podzólicos Concrecionários em áreas dissecadas e encostas e Gleissolos e Solos Aluviais nas áreas de várzeas.
    Predominam na vegetação a Floresta subperenifólia, com partes de Floresta subcaducifólia e cerrado/ floresta.
    O município de Paudalho encontra-se inserido nos domínios da Bacia Hidrográfica do Rio Capibaribe.
    O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal-IDH-M é de 0,670, que situa o município em 34o no ranking estadual e em 3465o no nacional.

    Economia

    A economia do município baseia-se na monocultura de cana-de-açúcar para produção de açúcar e etanol, na fabricação de artigos cerâmicos para a construção civil e no turismo com o Pólo de Romaria São Severino dos Ramos.

    Turismo

    Paudalho é um grande centro de romaria do Nordeste, cujo acesso é facilitado por situar-se à margem da rodovia BR-408, que liga o município à cidade do Recife, capital do Estado.
    Os romeiros vêm entre setembro e janeiro ao Engenho Ramos, onde está a capela de Nossa Senhora da Luz, cumprir promessas a São Severino dos Ramos. Anexa à capela está a sala dos ex-votos, onde os fiéis depositam peças diversas, em agradecimento a graças alcançadas.
    Outro ponto de interesse são as ruínas do Mosteiro de São Francisco, onde vários religiosos se refugiaram quando da ocupação holandesa em Pernambuco. Diversos prédios de interesse histórico são abertos à visitação: como antigos engenhos; a Ponte de Itaíba, do século XIX, inaugurada pelo Imperador Dom Pedro II; o Bosque de Pau-Brasil; a fábrica de beneficiamento do sal, instalada em prédio do século XVIII; a estação ferroviária (1891); os antigos casarões do início deste século, com detalhes ou fachada em azulejos portugueses; a casa de farinha do Engenho Açougue Velho; o açude zumbi.
    A festa de São Sebastião, é a mais movimentada festa popular religiosa, porém o padroeiro da Cidade é o Divino Espírito Santo, com sua matriz localizada próxima à Prefeitura Municipal. Durante o Carnaval, a cidade conta com grupos de maracatu rural, bumba-meu-boi, urso e caboclinhos.
    Nele também está localizada a região de Aldeia. ( Fonte de pesquisa Wikipédia )

    Prefeitos da cidade

    Ordem Nome Início Término
    José Francisco Pinheiro Ramos 1893 1896
    Sotero Marques de Araujo Pinheiro 1896 1899
    José Francisco Pinheiro Ramos 1900 1903
    Antônio Severino Montenegro 15 de novembro de 1903 1907
    Abílio Cesar Pessoa de Melo 15 de novembro de 1907 1910
    Raul Bandeira de Melo 15 de novembro de 1910 1912
    João Leôncio Alves Cavalcante 15 de fevereiro de 1912 1913
    Pedro de Alcântara da Silva Coutinho 15 de novembro de 1913 1916
    João Cavalcanti de Petribu 15 de novembro de 1916 1919
    10° Francisco de Melo Cavalcanti 15 de novembro de 1919 1921
    11° Antônio de Barros Pimentel 15 de novembro de 1921 1922
    12° Raul Bandeira de Melo 15 de novembro de 1922 1925
    13° Antônio de Barros Pimentel 15 de novembro de 1925 1928
    14° José Pacheco Leite Filho 15 de novembro de 1928 1930
    15° Martiniano de Barros Correia nota 1 nota 2 18 de outubro de 1930 1931
    16° Severino Maurício Carneiro nota 1 2 de maio de 1931 1935
    17° Joaquim Manoel Correa nota 1 10 de julho de 1935 1936
    18° José Montenegro nota 1 1936 1938
    19° Marcelo Gonçalves Peres 1938 11 de dezembro de 1940
    20° João Alves da Luz 12 de dezembro de 1940 1943
    21° Olimpio Marques de Oliveira 26 de setembro de 1943 1945
    22° Jader de Alemão Cisneiros 9 de janeiro de 1945 1946
    23° Rubens Antunes da Silva 20 de agosto de 1947 1947
    24° Manoel Francisco da Rosa 15 de novembro de 1947 1951
    25° Almani de Sá Barreto Sampaio 15 de novembro de 1951 1959
    26° Mário do Amaral Montenegro 15 de novembro de 1959 1963
    27° José Dantas de Oliveira nota 3 15 de novembro de 1963 1964
    28° Nivaldo Natalício de Oliveira nota 4 22 de junho de 1964 nota 5 1964
    29° José Dantas de Oliveira 22 de outubro de 1964 1966
    30° Eufrásio Campos Gouveia nota 6 22 de outubro de 1966 1969
    31° Herculano Bandeira de Melo Filho 31 de janeiro de 1969 1973
    32° Bartolomeu do Rego Cavalcanti 31 de janeiro de 1973 1977
    33° José Fidelis da Silva 31 de janeiro de 1977 1983
    34° Ulisses Roque da Silva 31 de janeiro de 1983 1988
    35º José Pereira de Araújo 1 de janeiro de 1989 1992
    36° Eufrásio Campos Gouveia Filho 1 de fevereiro de 1993 1997
    37° Ricardo Luis Pessoa Resende 1 de fevereiro de 1997 2001
    38°
    39°
    José Pereira de Araújo 1 de fevereiro de 2001
    1 de fevereiro de 2005
    2005
    2009
    40° José Fernando Moreira da Silva 1 de fevereiro de 2009 2012    



     

Conheça um pouco da história de Lagoa de Itaenga

História

  • Lei Estadual 4966 de 20 de dezembro de 1963 cria o município de Lagoa de Itaenga,desmembrado do município de Paudalho, tendo como sede o distrito de mesmo nome, elevado à categoria de cidade. (Imprensa Oficial, p. 325-326, 1963)
O nome Lagoa de Itaenga tem origem índigena, pois na cidade existe uma lagoa em que há uma Pedra (Ita na língua dos nativos) e uma vegetação brava chamada Enga, com isso juntaram a palavra Ita + Enga e formou o nome Lagoa de Itaenga.

Geografia

Localiza-se a uma latitude 07º56'10" sul e a uma longitude 35º17'25" oeste, estando a uma altitude de 183 metros. Sua população estimada em 2004 era de 22 052 habitantes.
Possui uma área de 62,722 km².

Economia

De acordo com o IBGE, em 2004, o:
  • Valor adicionado na agropecuária - 15.796 mil reais;
  • Valor adicionado na indústria - 64.791 mil reais;
  • Valor adicionado no serviço - 45.047 mil reais;
  • Correspondentes ao PIB (Produto Interno Bruto) da cidade.
  • Turismo

    A cidade é conhecida por sua tradicional Festa de São Sebastião, por sua Corrida de Jericos.
    Lagoa de Itaenga é uma cidade muito rica culturalmente, devido à diversidade de artistas que existe. Nela podemos encontrar cantadores de viola, maracatus (com destaque Leão da Serra, um dos mais antigos da região), grupos de teatros (com destaque ao grupo Zum, Zum, Zum Danado da metodologia de teatro de mobilização), equipes de quadrilhas, coco-de-roda, mamulengos (com destaque ao Zé Divina, um dos únicos do mundo), Cavalo-Marinho (com o Mestre Zé de Bibi, o único mestre de Cavalo -Marinho do Brasil), etc. Suas festas culturais são destaques na região, principalmente no São João, com os shows das bandas e o famoso Côco-de-roda, cantado por Bio Caboclo.
    A festa do Jerico 9 é outra atração de grande destaque, que atrai gente de todo estado, em setembro, a festa é tradicional assim como a festa do Padroeiro São Sebastião realizada no dia 20 de Janeiro.

    Esportes

    Estádio O Caldeirão em Lagoa de Itaenga.
    O esporte mais popular do município é o futebol. Anualmente é realizado o Campeonato Itaenguense de Futebol, que é disputado entre os Clubes da Cidade. Dentre eles se destacam o Fluminense, Flamengo e Ponte Preta, sendo esses os clubes mais vencedores da cidade.
    O Estádio Valter Dantas Caldeira, O Caldeirão, o único do município, tem capacidade para 2.000 espectadores. Possui três vestiários com túneis que dão acesso ao gramado (dois para as equipes e um para os árbitros) e cabine de imprensa.
    Outro esporte muito praticado no município é o Futsal. A Cidade possui três quadras para a prática desse esporte, e anualmente é realizado o Campeonato de Bairros de Lagoa de Itaenga, onde reunem-se equipes de vários bairros da cidade.
    Também são praticados o Handebol, Volei e Basquete.

    Governo municipal

    Linha do tempo dos gestores públicos que assumiram o governo da cidade:
  • Euzebio Pereira Lins (1963)
  • João Vieira Bezerra (1964 a 1969)
  • José Inácio da Silva (1970 a 1973)
  • Moisés Barros da Anuciação (1974 a 1975) (Houve uma Intervenção do governo do estado).
  • Capitão Menezes (1976 a meados de 1977) {INTERVENTOR DO ESTADO}
  • Antonio marcelo Lopes (1977 a 1983)
  • Moisés barros da Anunciação (1984 a 1988)
  • Sebastião José dos Santos (1989 a 1992)
  • Fernando Antonio do Nascimento (1993 a 1996)
  • Sebastião José dos Santos (1997 a 2000)
  • Carlos Vicente de Arruda Silva (2000 a 2008)
  • Jackson José da Silva (2009 a 2012)
  • Lamartine Mendes dos Santos(2013 a 2016)
  • Trabalho Legislativo

    Como de costume o Trabalho Legislativo Municipal, é realizado pelos vereadores, que neste biênio (2013-2016), a Câmara Municipal é composta pelos seguintes:
  • Betânia Mendes (PSB)
  • Alexandre Agripino (PMDB)
  • Inácio Félix (PSB)
  • Marly de Biró (PTB)
  • Paulo Feliciano (PT)
  • Cunha do Banco (PSC)
  • Clécio do Moinho (PTB)
  • Genival da Pan lanche (PSDB)
  • Orlando na Folia (PSB)
  • Lucas da Cambôa (PSB)
  • Irmão Eronildo (PSB)
  • Religião

    A religião predominante é a católica, porém com o grande avanço do EVANGELISMO PESSOAL, os protestantes, cresceram sobremaneira em Lagoa do Itaenga, com as denominações:
  • ASSEMBLÉIA DE DEUS
  • BATISTA
  • BATISTA RENOVADA
  • UNIVERSAL DO REINO DE DEUS
  • DEUS É AMOR
  • MUNDIAL DO PODER DE DEUS
  • EPISCOPAL CARISMÁTICA
  • Fonte da pesquisa: ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Lagoa_de_Itaenga )

  •  

Conheça o trabalho em 3D de um incrível tatuador turco

Conheça o trabalho em 3D de um incrível tatuador turco
Você provavelmente já sabe que existem tatuagens em 3D, certo? Essa técnica permite que os desenhos fiquem ainda mais realistas, como você pode ver nas imagens a seguir, divulgadas pelo tatuador turco Ali Anil Erçel.
A primeira foto, da aranha que parece superverdadeira, tem causado reboliço entre as pessoas que viram a imagem. A seguir, confira mais alguns trabalhos de Erçel e depois nos conte o que acha desse tipo de arte. Se tiver mais interesse em ver algumas tatuagens em 3D, clique aqui e confira uma lista publicada pelo Mega Curioso há algum tempo.

1 – A famosa aranha

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

2 – Máquina

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

3 – Cinéfilo

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

4 – Homem também chora

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

5 – Sauron

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

6 – Alfinetando

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

7 – Intensidade

Fonte da imagem: Reprodução/AliAnilErçel

Cinco atitudes simples que podem prolongar a sua vida

Vitaminas, cremes e busca incessante pela boa forma: isso tudo pode até ser válido para a qualidade de vida, no entanto, uma nova pesquisa mostrou que o que nos faz ter uma trajetória melhor e mais longa depende de outros fatores.
Um estudo de oito décadas iniciado pelo falecido psicólogo Louis Terman, da Universidade de Stanford, em 1921, revelou algumas características surpreendentes de quem vive uma vida longa. Para isso, o pesquisador recrutou 1.528 meninas e meninos, na época com 10 anos de idade, e ao longo dos anos coletou dados sobre histórias de família e relacionamentos, personalidade, passatempos, animais de estimação, o sucesso do trabalho, níveis de escolaridade e mais ao longo de suas vidas.
Desses participantes, 12 ainda estão vivos. Em 1990, os professores de psicologia Howard Friedman e Leslie Martin assumiram o projeto e publicaram um livro em 2011, chamado “O Projeto Longevidade”. O que eles descobriram, com essa e outras pesquisas, mudou a maneira como eles viviam. Confira abaixo algumas evidências estudadas e dicas para você ter uma vida mais longa:

Seja consciente

Segundo os pesquisadores, uma marca essencial de personalidade para se desenvolver bem é ser consciente, sendo que essa característica envolve também ser prudente, responsável e persistente. Por exemplo, poupar dinheiro para estudos ou outras situações importantes na vida, ser atencioso no trânsito, cuidar do meio ambiente, ter responsabilidades com a própria saúde, entre outras questões. 
Ou seja, a ligação entre consciência e uma longa vida é mais efetiva se você viver sempre com essa característica. No entanto, de acordo com a pesquisa, as pessoas que só desenvolveram essa personalidade quando adultos também viveram mais tempo do que aquelas que não o fizeram.

Conecte-se socialmente

Fonte da imagem: Shutterstock
E não estamos falando de conexões de redes sociais. "As pessoas que interagiram com mais frequência com os amigos e familiares tiveram um benefício real mensurável", disse a pesquisadora Leslie Martin. Além das ligações afetivas de amor e amizade, ou mesmo de trabalho, os pesquisadores descobriram que, quando elas envolvem interações de solidariedade, o aumento na expectativa de vida foi ainda maior.
Isso significa que a dedicação a alguma atividade voluntária é de grande valor. Os especialistas também recomendam que as pessoas não se aposentem tão cedo, pois as atividades e relações do trabalho também contam pontos numa vida mais longa, desde que essas interações sejam bem-vindas.

Preocupe-se um pouco


"Nós achamos que você pode ser muito otimista e alegre, mas as crianças (pesquisadas) que eram as mais alegres viveram vidas mais curtas", disse a pesquisadora Leslie Martin. Ela afirma que a alegria pode afetar a forma como você avalia o risco das situações.
Pessoas otimistas podem pensar que nada de ruim vai acontecer com elas, então elas tendem — por exemplo — a serem fumantes e alcoólatras ​​intensos, além de desenvolver passatempos mais arriscados. Segundo os pesquisadores, uma quantidade moderada de ansiedade e preocupação parece ser o ideal para uma vida longa.

Case-se


Isso mesmo! Essa recomendação dos pesquisadores vale principalmente para os homens! Segundo os estudos, menos de um terço dos homens divorciados viveram até os 70 anos, de acordo com o Projeto Longevidade. No entanto, os resultados não foram tão ameaçadores para as mulheres, pois as divorciadas que não se casaram novamente viveram quase o mesmo tempo que as que permaneceram casadas. 

Coma menos, mas não seja radical


Segundo os especialistas, a restrição calórica pode prolongar a expectativa de vida, principalmente se você for... um rato! Sim, dietas muito restritas têm sido associadas com a longevidade, mas essa ideia veio de pesquisas feitas em ratos, camundongos e vermes. Um estudo mais recente com macacos (o que mais se aproxima dos humanos) não encontrou nenhuma ligação entre dieta e longevidade.
De acordo com os pesquisadores, o que vale é você encontrar um padrão saudável, um equilíbrio que lhe faça bem. É claro que deve haver o bom senso, mas passar fome sem necessidade só vai lhe fazer mal. 

A história do Pão

O pão presente em todos os lares é motivo de polêmica. Mas, de fato não se sabe quando o pão começou a ser feito. Como era o pão de antigamente?
É estimado que o pão tenha surgido há 12 mil anos na Mesopotâmia juntamente com o cultivo do trigo. Eram feitos de farinha misturada com o fruto do carvalho. Os primeiros pães eram achatados, duros, secos e muitos amargos. Para ser ingerido, o pão era lavado várias vezes em água fervente e depois era assado sobre pedras ou embaixo de cinzas.
O primeiro pão assado em forno de barro foi a 7000 a.C. no Egito, que mais tarde descobriram o fermento. O pão chegou à Europa em 250 a.C. sendo preparado em padarias, mas com a queda do império romano, as padarias fecharam e o pão teve que ser feito em casa. Somente a partir do século XII a França começou a melhorar e então no século XVII o país se destacou como centro mundial de fabricação de pães.

No Brasil, o pão começou a ser popular no século XIX, apesar de ser conhecido desde os colonizadores. Os pães feitos no Brasil eram escuros enquanto na França o pão era de miolo branco e casca dourada. O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães francês, pois a receita do pão francês no Brasil só surgiu no início do século XX e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.
A fermentação é o segredo do pão. O pão levedado foi inventado no Egipto, onde, há cerca de 6 000 anos atrás, seria descoberta a fermentação.
O ar contém uma quantidade enorme de microrganismos, nomeadamente esporos de fungos de levedura (Saccharomyces cerevisiae), que encontram nas massas de pão as condições adequadas para se alimentar do amido da farinha. Em consequência da acção desses microrganismos, o amido divide-se em anidrido carbónico (CO2) e álcool. As bolhas do gás carbónico não conseguem escapar através da superfície e fazem inchar (crescer) a massa, tornando-a fofa. Durante a cozedura ácido carbónico e álcool conseguem escapar, mas o seu efeito fica, na porosidade, sabor e aroma do pão.
O primeiro pão fermentado teria sido descoberto por acaso. Se uma massa (sem qualquer fermento adicionado) for deixada ao ar, ela irá levedar. Em função das condições de temperatura e humidade, o tempo necessário para a fermentação natural pode variar de entre 4 a 8 horas, mas a massa acabará por levedar. Se antes de cozer a massa se retirar uma porção da massa levedada, obtem-se o fermento para a próxima fornada. A esta forma de fermentação chama-se fermentação natural ou "massa velha".
O pão fermentado com massa velha fica com um sabor e aroma característicos, às vezes com um ligeiro travo ácido ou avinagrado. Em Portugal, ainda se produz muito "pão de massa velha". O "pão alentejano" e muitas "broas minhotas" são exemplos disso. Nas grandes superfícies comerciais e nas casas de produtos naturais/saudáveis, também se encontra pão de "massa velha" ou fermento natural.
No entanto, a industrialização trouxe formas mais rápidas de produzir pão. O fermento de padeiro, que, na grande maioria, é utilizado para a fermentação do nosso pão, é um concentrado de leveduras (Saccharomyces cerevisiae). Como concentrado que é, torna a fermentação mais rápida e mais intensa. No entanto, os mais atentos ao paladar do pão detentam a falta dos sabores e aromas que o fermento de padeiro não consegue "imitar".

O Pão no Antigo Egito

O pão fermentado, semelhante ao que comemos hoje, já era consumido pelos egípcios por volta de 4000 anos a.C. No Antigo Egito, o pão pagava salários e os camponeses ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.
O sistema de fabricação dos egípcios era muito simples – pedras moíam o trigo que, adicionado à água, formava uma massa mole – e foram mostradas em pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram por volta de 2500 a.C.

Em Israel

As primeiras padarias surgiram em Jerusalém, após o contato com os egípcios, com quem os hebreus aprenderam melhores técnicas de fabricação e obtiveram a receita. Pouco tempo depois, já existia na cidade uma famosa rua de padeiros.
Pão de centeio de Chaves

Na Antiguidade Clássica

O pão também teve sua história na Grécia e em Roma.
Na Grécia, ocorreu na mesma época que no Egito. Já em Roma, foi bem mais tarde (800 anos a.C.), porém com grande importância.
Foi em Roma, por volta de 500 a.C., que foi criada a primeira escola para padeiros, tendo se tornado o principal alimento daquela civilização preparado em padarias públicas.
Pode-se dizer que, com a expansão do Império Romano, o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa.

Na Idade Média

Com o início da Idade Média, por volta do ano 476 da era comum, as padarias acabaram e a produção de pão voltou a ser caseira. Assim, as pessoas voltaram a comer pão sem fermento.
A partir do século XII, na França, a panificação volta a ser como antes.

Na Idade Moderna

No século XVII, a França torna-se um destaque mundial na fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.

A Industrialização do Pão

O aparecimento da máquina ocorre somente no século XIX, com amassadeiras (hidráulicas ou manuais), com um custo muito alto e também com grande rejeição. Os consumidores mostraram-se “hostis” com o pão feito mecanicamente. Pouco tempo depois surge o motor elétrico e a reclamação passa a ser dos padeiros. Cada máquina substituía dois padeiros.
Hoje, o trigo é tratado em moinhos, é lavado, escorrido e passado por cilíndricos que separam o grão da casca.

Como fazer pão

O pão é muito simples de fazer. Podem utilizar-se as seguintes proporções básicas: 40% de peso em água; 58% de peso em farinha (este pode-se desdobrar em 75% de farinha de trigo+25% de farinha integral à escolha); 1% de peso em fermento de padeiro; e 1% de peso em sal. Amassa-se tudo e deixa-se levedar durante 2 a 3 horas num local ameno, coberta com um pano, e vai ao forno
As condições ideais para fermentar a massa são 26 °C (24 a 27 °C) de temperatura e uma umidade relativa do ar entre 70 a 75%. Com ar mais seco, forma-se uma crosta sobre a massa fermentada prejudicando a fermentação e reduzindo a qualidade do pão.
A temperatura de referência para cozer pão é de 240 °C. No entanto, a temperatura deverá ser ajustada em função do tamanho dos pães a cozer. Pães grandes com temperaturas altas irão formar uma côdea espessa antes de cozer o interior. Uma temperatura mais baixa (200 °C) permite cozer mais uniformemente. Pães pequenos com temperaturas altas perdem toda a água e o pão fica seco como as "carcaças".

Pita ou pão sírio.
Pita (khubz adi ou khubz arabi em língua árabe, pão árabe ou pão sírio, no Brasil) 1 é um pão de trigo tipo “envelope”, um pão folha que pode ser recheado e consumido como uma sanduiche. É popular em todos os países que resultaram do colapso do Império Otomano e também nos países ocidentais que albergam uma população importante do Médio Oriente, Turquia ou países vizinhos. 2 Khobz ou “khubz” são os termos gerais em língua árabe para designar qualquer tipo de pão. 3
O nome parece ter origem numa antiga palavra grega com o significado de “sólido” 4 , mas na língua grega moderna, o sufixo “pita” aparece em muitas palavras que designam alimentos recheados, como kasseropita, o pastel recheado de “kasseri”, um tipo de queijo, tiropita, com queijo e ovo, ou spanakopita, recheada de espinafre.
O pão pita é feito com levedura, normalmente ativada com uma pequena quantidade de açúcar, e pode ser redondo ou oval e de tamanho variável. O livro de culinária “Kitab al-Tabikh” de ibn Sayyar al-Warraq, inclui seis receitas de pão, e em todas o pão era assado num “tannur”, que é o antepassado do moderno tandoor. 2
No Brasil, o pão árabe ou sírio terá sido trazido no início do século XX pelos imigrantes sírio-libaneses, e é a base da receita do beirute: pão sírio, rosbife ou lagarto fatiado, queijo, alface, rodelas de tomate e um ovo frito.
Mais recentemente surgiram no mercado máquinas caseiras de fazer pão. Elas amassam, levedam e cozem o pão, sozinhas e permitem programar a hora de pão quente. A preparação leva menos de 5 minutos, o tempo necessário para a colocação dos ingredientes. O processo automático de amassar, levedar e cozer pode levar cerca de três horas. As máquinas de fazer pão são um pequeno electrodoméstico com uma forma amovível revestida a material antiaderente. Essa forma tem uma ou duas pás no fundo (amovível revestida a antiaderente) para baterem a massa. No interior da máquina há uma resistência eléctrica para cozer o pão. Têm ainda um relógio para programar a hora de pão pronto.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A3o e http://www.brasilescola.com/curiosidades/pao-na-historia.htm

Mulheres julgam homens pelo calçado, diz pesquisa

Homens, é melhor prestar atenção quando escolhem o que colocar no pé. De acordo com uma pesquisa da marca de calçados masculinos Allen Edmonds, as mulheres julgam o sexo oposto pelo sapato duas vezes mais do que eles. Os dados são do jornal Huffington Post.

O levantamento ouviu a opinião de 1 mil americanos de ambos os sexos e constatou que 64% delas analisam o senso de moda deles com base em seus sapatos; 52% julgam a personalidade, 36% avaliam a posição financeira e 54% analisam a atenção a detalhes (ou falta dela). 

Para evitar má impressão, confira cinco dicas listadas pelo jornal:

1. Cubra os dedos dos pés
Mesmo que você aposte nos cuidados de pedicure, dedos dos pés geralmente não são uma parte atraente do corpo de um homem. Portanto, esqueça as sandálias quando se pode usar tênis, sapatênis, “boat shoes” (variação do mocassim com cadarço e acabamento com fio na lateral que passa por ilhoses).

2. Não use sapato de couro preto brilhante com jeans
Se quer fugir do tênis para ir à balada, não combine sua calça jeans com o sapato social. Que tal um sapatênis?

3. Aposte em sapato esportivo de camurça
Se procura por algo menos formal, use-os.

4. Não mostre meias brancas
Se está com meias brancas, nada de deixá-las à mostra. Lembre-se de as deixar bem escondidas pela calça.

5. Combine sapatos com cinto
Está de sapato marrom? Então, o cinto é marrom, OK?  Fonte: (http://vidaeestilo.terra.com.br/homem/vida-a-dois/mulheres-julgam-homens-pelo-calcado-diz-pesquisa,a1f64ce4e0040410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html )