Versículos Bíblicos

Professora protegeu crianças de tornado com o próprio corpo nos EUA


Americanos se comovem com histórias de sobreviventes após tornado atingir Oklahoma

Do R7
Imagem aérea mostra os estragos causados na escola Plaza Towers 21.05.2013/Rick Wilking/Reuters
A professora Rhonda Crosswhite dá um abraço apertado em um dos alunos que salvou Reprodução/dailymail.co.uk
Na terça-feira (21), dia seguinte ao tornado devastador que matou pelo menos 24 pessoas na região de Oklahoma City, sul dos EUA, histórias de sobreviventes começaram a comover os norte-americanos. Uma delas é a da professora Rhonda Crosswhite, que protegeu seus alunos com o próprio corpo enquanto parte da escola desabava com os ventos de até 320 km/h.  
Rhonda contou ao canal de TV NBC que correu até o banheiro da escola primária Plaza Towers com os estudantes quando o tornado começou a sacudir o prédio, que teve o teto arrancado e foi parcialmente destruído.  
O terror durou 25 minutos. Ela disse que um estudante em pânico gritou: "Eu te amo, eu te amo, por favor não morra comigo".  
Família morre ao tentar escapar de tornado escondendo-se no congelador
"Pensamos que íamos morrer", conta sobrevivente de tornado nos EUA
A escola primária Plaza Towers foi uma das cinco escolas na rota do tornado. "[As equipes de resgate] estavam literalmente levantando as paredes, e as crianças saíam", disse o sargento da polícia Jeremy Lewis.
— Eles retiraram crianças debaixo de blocos de cimento sem um só arranhão.
O pai de um dos alunos ajudou no resgate e todos os alunos que estavam com ela saíram vivos. Apenas um deles sofreu um ferimento na cabeça.   http://noticias.r7.com/internacional/professora-protegeu-criancas-de-tornado-com-o-proprio-corpo-nos-eua-22052013

Tortura e Morte aos Cristãos em suas Missões Cenas Fortes


Redação com erro ainda pode obter nota máxima no Enem

Mesmo após polêmicas envolvendo redações com erros de ortografia, o edital prevê nota máxima para textos com desvios

As provas do Enem deste ano serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro Foto: Getty Images
As provas do Enem deste ano serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro
Foto: Getty Images
Após a polêmica das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que não foram zeradas no ano passado apesar de conterem receitas de miojo e trechos de hinos de clubes de futebol, o edital foi alterado e agora prevê a anulação de textos que fujam do tema proposto. No entanto, em 2013, redações com erros de português podem continuar obtendo nota máxima mesmo com desvios "gramaticais ou de convenções de escrita", desde que não "caracterizem reincidência".

A correção é dividida em cinco quesitos, e a redação pode obter a nota máxima caso atenda a todos. No entanto, no primeiro tópico de avaliação, que é o domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa, pode obter a nota máxima o texto que demonstrar domínio da escrita formal, sendo que "desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência", ou seja, desde que não se repitam, diz o edital.

No entanto, para obter essa nota máxima com algum erro, a redação também deverá apresentar um excelente domínio do texto dissertativo argumentativo; conter informações, fatos e opiniões ao tema proposto, defendendo um ponto de vista; articular o texto com diversificação de recursos coesivos; e elaborar uma proposta de intervenção detalhada, relacionada ao tema discutido no texto.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação das provas, os corretores são treinados para avaliar os desvios gramaticais, e para obter a nota máxima, o estudante terá que passar pelo crivo de dois corretores, além de não chamar atenção do revisor, que é orientado a avaliar provas que, por exemplo, obtenham nota máxima. "De acordo com o edital, desvios são aceitos como excepcionalidade, o que, em tese (lembre-se que os corretores são os avaliadores) impede que 'erros', no plural, sejam tolerados com a nota máxima", explica a resposta enviada pela assessoria de imprensa do instituto.

Para evitar as "gracinhas" de anos anteriores, o edital determina que serão anuladas as redações que não apresentem estrutura dissertativo-argumentativa, que fujam do tema, que contenham impropérios (xingamentos, etc.) ou que apresentem textos deliberadamente desconectados do tema proposto.

Especialistas divergem das regras do Enem
Em relação a aceitação de erros pontuais, a opinião de especialistas se divide. Enquanto uns defendem que é mais importante um conteúdo consistente, mesmo com erros pontuais, outros defendem que a cobrança não deve ser paternalista.http://noticias.terra.com.br/educacao/enem/redacao-com-erro-ainda-pode-obter-nota-maxima-no-enem,f9eb9b38383be310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

Camaro em Dubai! Veja também outras viaturas no mundo


Esportivo entra no seleto grupo dos carros de Dubai. Conheça os outros modelos usados pelas as principais corporações

Andar de carrões potentes não é só uma exclusividade de playboys, ricaços ou bandidos. Para colocar os donos dessas máquinas dentro da Lei, os países mais ricos do mundo se equiparam com um armamento pesado e de um bom “calibre”. Trata-se de uma frota especial para causar inveja em qualquer cidadão.


A GM, por exemplo, apresentou na semana passada um Chevrolet Camaro SS preparado para a polícia de Dubai. Equipado com um motor V8 de 426 cv e 567 Nm, o esportivo norte-americano consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7s. Que o carro que usa um conjunto de 6,2L é um estilingue, todos nós já sabemos! Mas o grande trunfo do Camaro foi conseguir ganhar um lugar ao Sol em um departamento que já está rodeado de modelos cobiçados por qualquer mortal.


Em Dubai, o homem que trabalha para a Lei pode optar pelo Camaro ou por outros modelos como: Lamborghini Aventador, Ferrari FF, Aston Martin One-77, AMG Mercedes-Benz SLS e Bentley Continental.


Em outras ocasiões o WebMotors já falou sobre carros preparados. Em uma delas falamos dos carros madrinhas e em outra dos presidenciáveis. Também, não deixamos de lado, lógico, os papamóveis.


Como o assunto sempre despertou curiosidade, vamos elencar alguns, modelos utilizados pelas corporações mundiais.


1. Na capital da Itália, por exemplo, são usados os modestos Lamborghini Gallardo LP 560-4 para vigiar as ruas. Em 2008, a imagem que correu na internet foi a de um destes modelos todo arrebentado.


2.  Ser policial na Sérvia não deve ser tão bom quanto na Europa, recentemente, dois modelos da Chery ingressaram na frota oficial de veículos governamentais do país do Leste Europeu. Ao todo, quinze unidades do Chery Cielo e duas unidades do Chery Tiggo foram introduzidas na frota da Polícia Sérvia.


3. A PSP (Polícia de Segurança Pública de Portugal) foi a primeira polícia no mundo a ter na sua frota um carro 100% elétrico. Trata-se de um Nissan Leaf.


4. Na China, a escolha, em 2010, foi por modelos bávaros. A polícia na Terra da Muralha anda com BMW Série 5.


5. O Porsche 911 Carrera S já foi cotado pelas autoridades na Alemanha.  Podia ser uma boa, mas por lá o que rolou foi uma frota de viaturas BMW Série 5 Touring.


6. Na Inglaterra, a Jaguar ofereceu uma viatura policial elaborada no modelo XF. O modelo é equipado com motor de 3,0L, a diesel, que faz a viatura acelerar de 0 a 100 km/h em 5,9s.


7. Nos EUA, anualmente, ocorre uma competição para eleger o melhor carro para a corporação. O assunto já foi destaque nas páginas do WebMotors.


8. No Brasil, cada Estado faz a sua concorrência de compra. Vamos dizer que não estamos muito a frente da Sérvia, principalmente em alguns lugares. A ressalva fica apenas para os carros especiais, como da Policia Florestal ou da Federal. O Paraná, por exemplo, escolheu os SUV Duster, uma forma de reverenciar também a planta natural de lá.

Açúcar pode ser opção na extração do ouro

Alimento substitui o cianeto para extrair ouro ou recuperá-lo de componentes eletrônicos descartados a um preço módico
Substituição do cianeto por açúcar da indústria aurífera é de importância vital para o meio ambiente / Shutterstock Substituição do cianeto por açúcar da indústria aurífera é de importância vital para o meio ambiente Shutterstock O uso de um determinado tipo de açúcar permitiria substituir o cianeto para extrair ouro ou recuperá-lo de componentes eletrônicos descartados a um preço módico e sem causar danos ao meio ambiente, afirmam cientistas que dizem ter descoberto por acaso essas propriedades surpreendentes de um derivado do amido.

A indústria mineradora recorre principalmente ao cianeto, uma substância extremamente tóxica, para dissolver o ouro e recuperá-lo por meio de filtragem.

Dessa forma são extraídos mais de 80% do ouro produzido em todo o mundo em processos que supõem riscos ambientais importantes e para a saúde humana em caso de vazamento.

Em fevereiro passado, em uma metalúrgica do norte do Japão foi registrado um vazamento de cinco toneladas de resíduos com cianeto de sódio, quantidade suficiente para matar 125 mil pessoas. Felizmente, a neve absorveu grande parte desse vazamento.

"A eliminação do cianeto da indústria aurífera é de importância vital para o meio ambiente. Nós conseguimos substituir essas temidas substâncias por uma matéria branca, biologicamente inofensiva, derivada do algodão", resumiu Fraser Stoddart, um químico da Northwestern University de Illinois, nos EUA.

A equipe de Stoddart assegura ter feito esta descoberta de forma fortuita, tentando produzir em laboratório pequenas estruturas cúbicas capazes de armazenar gases ou outras moléculas.

Zhichang Liu, o principal autor do estudo publicado nesta terça-feira na revista Nature Communications, misturou o conteúdo de dois tubos de ensaio, um com alfa-ciclodextrina (um tipo de açúcar resultante da degradação do amido por uma bactéria) e o outro com uma solução que continha ouro.

De forma inesperada, minúsculas agulhas se formaram rapidamente na mistura.

"A princípio fiquei decepcionado porque minha experiência não produzia cubos, mas ao ver as agulhas, quis saber mais sobre sua composição", explicou o jovem pesquisador em um comunicado divulgado por sua universidade.

As verificações revelaram que essas agulhas surpreendentes eram complexos de íons de ouro capturados por átomos, água e ciclodextrina.

"Zhichang encontrou uma fórmula mágica para isolar o ouro de qualquer outra coisa, e de forma ecológica", afirmou Fraser Stoddart.

SANTANA, ESCORT... POR QUE AS MONTADORAS RETOMAM NOMES ANTIGOS?



Ford Escort Concept (Foto: Reprodução)
O próximo ano promete um ar nostálgico. As montadoras não comentam o assunto. Mas é certo que o Brasil voltará a contar, de uma só vez, com Escort e Santana – como Autoesporte antecipou. Essa retomada de nomes consagrados não é uma novidade. É, sim, um movimento observado de tempos em tempos não apenas no setor automotivo, mas no mercado em geral.
A razão para a prática é simples: as empresas querem tirar proveito de uma relação que o consumidor construiu com o produto no passado, para aproximá-lo e atrai-lo, novamente, no presente. “É como a primeira namorada. Você lembra da música que tocou quando saíram a primeira vez, lembra do perfume, do doce preferido”, diz o professor do curso de engenharia mecânica automobilística do Centro Universitário FEI, Ricardo Bock. Claro que tudo isso só funciona se “a primeira namorada” não tiver partido o coração do rapaz – ou, no caso, se o carro não o tiver decepcionado.
Volkswagen Santana no Salão de Xangai (Foto: Tereza Consiglio)
É nessa boa impressão causada pelos modelos que a montadoras se apoiam. A Volkswagen é em exemplo típico – Voyage e Fusca não nos deixam mentir. O gerente de marketing do produto da marca, Henrique Sampaio, explica que quando o nome está associado a um modelo de sucesso remete a algo bom que leva o consumidor a “por a mão no bolso”. “Há confiança, familiaridade. Então, quando o produto retorna, existe um pré-conceito que deixa o consumidor mais confortável na hora da aquisição", diz.
Reconhecimento e posicionamento
Além do apelo emocional, o nome tem a função de criar a identificação de um produto, especialmente em um mercado que tem se tornado cada vez mais diversificado como o nosso. “Na medida que o setor cresce, há mais oportunidades de segmentação, de lançamento de marcas e modelos. Nesse cenário, um dos grandes recursos em força de marca é o nome, que precisa ser lembrado. Como construir essa identidade é caro e demorado, as empresas vão buscar algo do passado para já sair de um patamar de lembrança favorável”, explica Marcos Machado, professor de branding no MBA da ESPM.
Clássicos resgatados no Brasil
Modelo Saiu de linha em Resgatado em
Fiat 500 1975 2007
VW Voyage 1996 2008
VW Fusca 1996 2012
Fiat Uno 1998 (virou Mille) 2010
VW Santana 2006 2014 (previsto)
Ford Escort 2003 2015 (previsto)
O retorno de um nome também ajuda a definir o segmento em que o veículo vai concorrer. “Se eu te falar 50 nomes de carros que foram lançados nos últimos anos, talvez você não consiga associá-los à imagem de nenhum deles, nem à categoria. Agora, se eu falar de um Escort, que foi feito nos anos 60, você já visualiza o porte, o segmento em que ele atua. Nunca se misturam as categorias. Nunca veremos um sedã médio com nome de Gol ou um hatch com nome de Santana”, fala Ricardo Bock. Também não se deve usar um nome bom só para “empurrar” um modelo em um novo segmento, conclui Henrique Sampaio, da VW.
Um nome antigo em um segmento novo só costuma ser aceito pelo consumidor quando se trata de um carro de nicho. Não faltam casos recentes na indústria automotiva - Fiat 500, Mini Cooper e VW Fusca são apenas alguns deles. “Uma pessoa de 40, 50 anos, talvez tenha aprendido a dirigir em um Fusca. Depois ela partiu para outros carros. Mas sempre curtiu o modelo”, afirma Bock Então, a ligação afetiva é refeita e o consumidor pode se dispor a pagar mais porque está em outra fase da vida, com mais grana, mas não se desvinculou do passado.
Novo Fusca traz sob o capô um motor 2.0 TSI de 200 cv (Foto: Fabio Aro)
Riscos inerentes
Não há somente vantagens em usar um nome conhecido. Ao fazer isso, as montadoras precisam tomar o cuidado de atualizar 100% o automóvel para que ele seja associado à simpatia e ao sentimento despertados em outra época, não a algo antigo em si. “Eu não tenho observado nenhuma das marcas contar com a força do momento passado, até porque nem todo mundo é nostálgico. Essa parcela pode ser expressiva. Mas é uma aposta perigosa. As pessoas querem novidade o tempo todo e seria ingenuidade acreditar no mesmo patamar de sucesso da primeira vez”, fala Marcos Machado, da ESPM.
Outro aspecto importante é a expectativa que a recuperação do nome gera. Já que remete ao passado, o cliente espera que o carro entregue o mesmo que o seu antecessor. E quando isso não acontece, o nome é “queimado” para sempre.

BMW M6 DESEMBARCA POR R$ 539.950 Um dos mais rápidos BMW, o cupê de duas portas traz motor V8 4.4 biturbo de 560 cv e pode chegar aos 305 km/h


BMW M6 Coupé (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)
Apresentado ao público em outubro último durante o Salão do Automóvel, o BMW M6 desembarca oficialmente no Brasil em versão única por nada módicos R$ 539.950. A marca ainda não liberou informações oficiais, mas o cupê esportivo está disponível em concessionárias do grupo Eurobike.  É o preço de superesportivos do naipe do Porsche 911, mas nem por isso a etiqueta é injustificada. Afinal, trata-se do BMW mais esportivo entre os vendidos atualmente no Brasil – ainda que os fãs enxerguem o menor M3 como o esportivo mais purista. A mecânica é a mesma utilizada pelo M5 que, contudo, é um sedã tradicional, enquanto o cupê M6 é um duas portas mais talhado para dois do que para quatro ocupantes.
Para justificar a nomenclatura que completa 30 anos em 2013, o M6 conta com o V8 4.4 biturbo do primo executivo. Graças ao sistema de sobrealimentação e aos comandos variáveis de válvulas, a entrega de força começa em baixos regimes e permanece quase plana até altas rotações. O torque chega a 69,3 kgfm entre 1.500 rpm e 5.750 rpm. Sem perder o caráter girador que conquistou os fãs da divisão M, o motor gera saudáveis 560 cv de potência entre 6 mil e 7 mil rotações, pouco antes do início da faixa vermelha do conta-giros.
Mesmo com um corpanzil de 4,89 metros e rechonchudos 1.925 kg, o M6 conta com o auxílio do eficiente e veloz câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. Independentemente do talento do motorista, a arrancada aos 100 km/h é cumprida em 4,2 segundos e o fôlego só é estabilizado aos 250 km/h por conta do limitador eletrônico de velocidade. As unidades importadas pelo grupo têm limite ampliado a 305 km/h.

BMW M6 Coupé (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)
Com a intenção de dar uma mão no peso e também baixar o centro de gravidade, o teto é feito em fibra de carbono, tecnologia que a marca introduziu no antigo M3 CSL de produção limitada. Graças a esses cuidados e ao conjunto de rodas forjadas de alumínio aro 20 vestidas em pneus 265/35 na dianteira e 295/30 na traseira, a aderência é muito elevada. A direção elétrica também foi recalibrada e promete ser pouco mais comunicativa do que no M5. Mesmo com tração traseira, o conjunto promete impor um limite elevadíssimo, ainda mais com a ajuda do sistema do diferencial ativo, que repassa a força para cada uma das rodas de acordo com a situação.

Claro que o lance de um carro tão caro é o conforto. A suspensão tem amortecedores adaptativos, suaves em situações normais e durinhos quando exigidos. Entre outros itens, o M6 conta com ar-condicionado com zonas diferentes de ajuste, bancos e volante elétrico com memórias, sistema de som da dinamarquesa Bang & Olufsen, revestimento em couro por toda a parte, sistema de visão noturna, navegador GPS na tela multimídia de 10,2 polegadas, entre outros itens.

Nem por isso a economia de combustível foi totalmente esquecida. Como as regras ambientais européias são rígidas como poucas, há sistema Start/Stop que desliga e religa o motor em paradas de trânsito, além do mecanismo de frenagem regenerativa. Não sabemos o tamanho do lote que foi importado, porém é certo que será um carro exclusivo, pois só há cinco a venda no grupo.http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/05/bmw-m6-desembarca-por-r-539950.html