Para justificar a nomenclatura que completa 30 anos em 2013, o M6 conta com o V8 4.4 biturbo do primo executivo. Graças ao sistema de sobrealimentação e aos comandos variáveis de válvulas, a entrega de força começa em baixos regimes e permanece quase plana até altas rotações. O torque chega a 69,3 kgfm entre 1.500 rpm e 5.750 rpm. Sem perder o caráter girador que conquistou os fãs da divisão M, o motor gera saudáveis 560 cv de potência entre 6 mil e 7 mil rotações, pouco antes do início da faixa vermelha do conta-giros.
Mesmo com um corpanzil de 4,89 metros e rechonchudos 1.925 kg, o M6 conta com o auxílio do eficiente e veloz câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. Independentemente do talento do motorista, a arrancada aos 100 km/h é cumprida em 4,2 segundos e o fôlego só é estabilizado aos 250 km/h por conta do limitador eletrônico de velocidade. As unidades importadas pelo grupo têm limite ampliado a 305 km/h.
Claro que o lance de um carro tão caro é o conforto. A suspensão tem amortecedores adaptativos, suaves em situações normais e durinhos quando exigidos. Entre outros itens, o M6 conta com ar-condicionado com zonas diferentes de ajuste, bancos e volante elétrico com memórias, sistema de som da dinamarquesa Bang & Olufsen, revestimento em couro por toda a parte, sistema de visão noturna, navegador GPS na tela multimídia de 10,2 polegadas, entre outros itens.
Nem por isso a economia de combustível foi totalmente esquecida. Como as regras ambientais européias são rígidas como poucas, há sistema Start/Stop que desliga e religa o motor em paradas de trânsito, além do mecanismo de frenagem regenerativa. Não sabemos o tamanho do lote que foi importado, porém é certo que será um carro exclusivo, pois só há cinco a venda no grupo.http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/05/bmw-m6-desembarca-por-r-539950.html
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