O plenário do Senado aprovou, na noite desta terça-feira (18), o
polêmico projeto de lei apelidado de Ato Médico. Após pouco mais de dez
anos de discussão, a proposta segue para sanção da presidente Dilma
Rousseff.
Ao regulamentar a profissão do médico, o texto colocou em lados opostos o
CFM (Conselho Federal de Medicina), que apoia a proposta, e os
conselhos de outras profissões da saúde, que veem no projeto uma
restrição à sua prática diária.
Ficam definidos como atos privativos do médico, por exemplo, o
diagnóstico da doença e a respectiva prescrição terapêutica e a
indicação e realização de cirurgias e procedimentos invasivos.
Esses procedimentos, segundo o texto, são a invasão da derme e epiderme
com uso de produtos químicos ou abrasivos; invasão da pele que atinja o
tecido subcutâneo para injeção, sucção, punção, drenagem ou instilação;
ou ainda invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos
internos.
Profissionais de outras áreas da saúde temem que, com essas definições,
possam ficar restritas ao médico ações como a acupuntura, a realização
do parto normal e a identificação de sintomas de doenças corriqueiras.
Por outro lado, o projeto especifica que não são privativos do médico os
diagnósticos funcional, psicológico, nutricional e avaliações
comportamentais.Veja mais em: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/06/1297456-senado-aprova-projeto-de-lei-do-ato-medico.shtml

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